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A primeira escola especializada em tecnologia do Alto Solimões, com corpo técnico formado na área.

A conta que a escolaveio desfazer

Esta página é para quem avalia a Maiyu Academy de fora: uma escola parceira, uma secretaria, um edital, uma empresa que pensa em apoiar. Ela desenvolve o que a página inicial resume.

São três coisas, nesta ordem: o problema que a escola ataca, o território onde ela está, e o que ela aceita ser cobrada quando a primeira turma terminar.

Você fica.A escola vem.

Quem nasce no interior do Amazonas e se interessa por tecnologia aprende cedo a mesma conta: para estudar, é preciso descer o rio; para trabalhar, é preciso ficar por lá. A conta é repetida há tanto tempo que virou destino, e quem sai raramente volta.

A Maiyu Academy existe para desfazer essa conta. A formação vem até a comunidade: aula presencial, professor na sala, bancada e computador em Benjamin Constant, aos sábados. Não é uma escala no caminho para a capital, é o começo de uma trilha que cabe na própria região.

O que precisa mudar de lugar não é a pessoa. É a escola.

Um caminho que sai da escola na margem, atravessa o rio e volta para a mesma margem

O territórioatendido

O argumento da escola só se sustenta com o mapa na mão. É a distância que transforma "estudar tecnologia" em "sair de casa", e é ela que faz uma aula presencial aos sábados valer mais aqui do que valeria numa capital.

Onde a escola fica
Benjamin Constant, no Alto Solimões, extremo oeste do Amazonas, perto da fronteira com o Peru e a Colômbia. As aulas acontecem no CETI Aristélio Sabino de Oliveira.
Como se chega à capital
Não há estrada até Manaus. Quem vai estudar na capital vai de barco ou de avião, e não volta no fim de semana. Estudar fora, aqui, é mudar de vida antes de terminar o curso.
Quem a escola atende
A juventude ribeirinha, indígena e cabocla da região, sem distinção de raça, cor ou etnia. O talento já está na comunidade; o que faltava era a porta.

O que a escolase compromete a medir

A Maiyu ainda não formou turma. Por isso esta página não publica número de formado, de egresso empregado nem de vida transformada: o dado não existe, e um número inventado derrubaria justamente a confiança que esta página existe para construir.

O que existe hoje é o compromisso, e ele é verificável na direção contrária: daqui a uma turma dá para conferir se a escola publicou o que prometeu publicar, aqui mesmo, nesta vitrine.

Quem começou e quem concluiu
Quantos alunos entraram em cada turma e quantos chegaram ao fim, sem arredondar para cima nem esconder a diferença.
De onde eles vieram
De quais comunidades e de quais escolas, porque é isso que mostra se a escola está alcançando quem ela diz alcançar.
O que ficou pronto
Quais projetos foram concluídos e apresentados. É o que a escola controla: o que ela ensina e o que o aluno constrói.

Nada disso tem data ainda, porque nenhuma turma terminou. A primeira publicação sai quando a primeira turma sair, e não antes.

Quer entrar nisso junto?

Espaço, alcance ou apoio: a página de parcerias explica os três caminhos, e a conversa começa no WhatsApp da secretaria.